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O Brasil que gera empregos

  • Foto do escritor: Bernardo Ariston
    Bernardo Ariston
  • 6 de out. de 2025
  • 2 min de leitura

Por Bernardo Ariston


O Brasil vive um momento de reconstrução. Depois de anos marcados pela estagnação econômica, desemprego elevado e desmonte de políticas públicas, o país volta a olhar para o futuro com esperança. O governo federal, na atual gestão  do presidente Lula, recoloca o trabalho, o desenvolvimento e a inclusão social como pilares centrais da política econômica.


A retomada da geração de empregos é um dos sinais mais evidentes dessa mudança. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), o Brasil ultrapassou a marca de 2 milhões de novas vagas formais nos últimos doze meses. Esse desempenho, somado à valorização real do salário mínimo e ao controle da inflação, tem ampliado o poder de compra e reacendido a confiança do consumidor e do investidor.


A política de reindustrialização, a expansão do Novo PAC, o fortalecimento de programas de capacitação profissional e a ampliação do crédito popular são instrumentos que estão reativando a economia real, aquela que gera emprego, renda e oportunidades nas cidades. O governo Lula compreende que não há crescimento sustentável sem trabalho digno e sem o fortalecimento das bases produtivas do país.


Contudo, a engrenagem do emprego não se move apenas por decretos federais. Ela precisa da força da sociedade civil, das empresas, das comunidades locais e do poder público local. Enquanto o governo federal avança em políticas estruturais e busca reaquecer o mercado nacional, a ausência de gestão pública e a ausência de planejamento local impedem que o desenvolvimento chegue de forma plena aos municípios. Sem programas permanentes de capacitação, incentivo ao empreendedorismo e apoio a novos negócios, as cidades continuam dependendo de iniciativas isoladas para amenizar a crise do emprego.


É nesse ponto que o exemplo do feirão de empregos “Bora Trabalhar”, promovido pelo Instituto Bora Trabalhar, em Cabo Frio, chama a atenção e ganha destaque.O evento, que chega à sua nova edição com recorde de inscrições, reúne mais de 500 candidatos e 300 empresas da Região dos Lagos. Além das entrevistas e recepção de currículos, o feirão oferece palestras motivacionais e oficinas de preparação profissional, tudo gratuitamente. É uma ação concreta que conecta políticas nacionais de emprego a resultados práticos no território.


Idealizado pelo empresário Carlos Cunha, o projeto tem sido um símbolo de engajamento social. “O Bora Trabalhar chega como um alento para a população. Ano passado atendemos cerca de 500 pessoas; este ano esperamos ajudar ainda mais”, afirma Cunha. Sua fala sintetiza a ideia de que a transformação social nasce da parceria entre o Estado e o cidadão ativo.


Enquanto o governo federal cria as condições macroeconômicas, a sociedade civil amplia o alcance das oportunidades. A soma dessas forças produz o verdadeiro Brasil que gera empregos, um país onde o Estado cumpre seu papel indutor e o cidadão volta a acreditar na força do trabalho como caminho de ascensão.


Mais do que números, esse movimento representa a reconstrução da autoestima nacional. Cada nova vaga aberta é um ato de reparação social e uma semente de esperança para milhões de brasileiros que foram empurrados à informalidade e à exclusão.


O “Bora Trabalhar” é, portanto, mais do que um evento: é um símbolo de um novo tempo. Um tempo em que governo e sociedade caminham juntos e o emprego volta a ser sinônimo de dignidade, estabilidade e futuro. 





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